A avaliação na educação infantil

O que se pretende avaliar?

Reflexões a respeito do conceito de avaliação dentro do projeto pedagógico.
Avaliação como um processo contínuo a ser construído pelo educador e pela escola.

Avaliação precisa de foco.

Desenvolvimento de um olhar sensível do educador para o seu saber e fazer e para o saber e fazer
das crianças dentro da escola.

Instrumentos de avaliação.

Com o quê avaliar? Desconstruir os mitos existentes em torno do processo de avaliação para
compreender a avaliação como um continuum. Reflexões em torno dos instrumentos de avaliação
que podem ser criados dentro das instituições

E agora, para onde vou?

A avaliação como elemento constitutivo da ação do educador. Intervenção, devolução e
encaminhamento, a avaliação em trama.

Proposta de avaliação do curso:

Utilizamos um sistema contínuo de avaliação, os P.Os (Pontos de Observação) em que os
professores são solicitados a avaliar o trabalho desenvolvido pelo coordenador do curso,
a participação de todo o grupo e as contribuições deste para a sua aprendizagem e sua
aprendizagem individual. É uma proposta que contempla a reciprocidade (relação entre quem
ensina e quem aprende) e a co-responsabilidade do grupo no processo de aprendizagem.


As Dimensões do Cuidado na Educação Infantil

Muito tem se falado no binômio cuidar/educar quando se trata de educação infantil. Entretanto,será claro para os profissionais responsáveis pela educação das crianças pequenas qual a importância dos cuidados e quais os aspectos passíveis de cuidados no cotidiano dentro da escola/creche? Esse curso pretende abordar as dimensões do cuidado na relação entre adultos e crianças dentro do universo escolar e refletir a respeito de uma atuação que contemple o cuidado como forma de educar.

1. Cuidar – o mais alto nível de generosidade

Porque a educação de crianças pequenas exige que voltemos nossa olhar para o cuidado?
Professor é formado para cuidar?

2. Cuidar/educar – faces de uma mesma moeda

Do que cuida o educador em seu trabalho diário de educação?
O cuidado como ato primeiro de educação. Do planejamento à avaliação de cada dia, um olhar para os cuidados do educador em seu fazer educativo

3. Cuidar/Educar – onde entra a brincadeira?

Ao cuidar dos tempos e dos espaços de brincadeira, de convivência, de construção de conhecimento, o educador se responsabiliza por viabilizar um elemento central da aprendizagem das crianças.
Cuidar para além do corpo: um foco intencional do educador da primeira infância.

4. Ambientes de educação, ambientes de cuidado.

Nas diferentes faixas etárias a aprendizagem ganha elementos e características preponderantes. Corpo e mente se encontram em cada momento da infância para compor o repertório de aprendizagens que vão se construindo a cada dia. Construir um olhar sensível, instrumentaliza o professor para desenvolver situações significativas de aprendizagem e assumir os cuidados com intencionalidade.

5. Desenvolvimento infantil: porque o professor precisa conhecer?

As teorias do desenvolvimento ganharam grande espaço nos projetos de educação infantil. Entretanto, muito se utilizou delas para avaliar habilidades, estabelecer padrões de comportamento e patamares de aprendizagem. Nosso objetivo neste módulo é oferecer espaço para reflexões que coloquem a teoria do desenvolvimento em diálogo com as intenções educativas, reconhecendo a criança e as necessidades de cuidado que a infância requer.


A Construção do Olhar Sensivel aos Saberes e Fazeres na Educação Infantil

1. Quem Educa Quem?

A educação como trama de relações. Adultos e crianças construindo uma relação de ensino aprendizagem.

2. Cuidar/educar – faces de uma mesma moeda

Do que cuida o educador em seu trabalho diário de educação?
O cuidado como ato primeiro de educação. Do planejamento à avaliação de cada dia, um olhar para os cuidados do educador em seu fazer educativo.

3. Educador precisa de foco.

Desenvolvimento de um olhar sensível do educador para o seu saber e fazer e para o saber e fazer das crianças dentro da escola.
Metodologia de acompanhamento contínuo através da observação e do registro como instrumentos que orientam o trabalho do educador

4. Desenvolvimento infantil: porque o professor precisa conhecer?

As teorias do desenvolvimento ganharam grande espaço nos projetos de educação infantil. Entretanto, muito se utilizou delas para avaliar habilidades, estabelecer padrões de comportamento e patamares de aprendizagem.
Nosso objetivo neste módulo é oferecer espaço para reflexões que coloquem a teoria do desenvolvimento em diálogo com as intenções educativas, reconhecendo a criança e suas características na construção de conhecimento.


Brincadeira é Coisa Séria:
O lugar do brincar na educação da criança pequena

1. Roda, roda, roda... pé, pé, pé...

Brincar faz parte da infância. O olhar para a educação da infância precisa contemplar e privilegiar os espaços de brincadeira.

2. Cuidar/Educar – onde entra a brincadeira?

Do que cuida o educador em seu trabalho diário de educação?
Ao cuidar dos tempos e dos espaços de brincadeira, de convivência, de construção de conhecimento, o educador se responsabiliza por viabilizar um elemento central da aprendizagem das crianças.
Cuidar para além do corpo: um foco intencional do educador da primeira infância.

3. A Brincadeira nos diversos momentos da infância.

Nas diferentes faixas etárias o brincar ganha elementos e características preponderantes. Corpo e mente se encontram em cada momento da infância para compor a brincadeira e as aprendizagens. Conhecer estes aspectos instrumentaliza o professor para desenvolver situações significativas de aprendizagem.

4. Desenvolvimento infantil: porque o professor precisa conhecer?

As teorias do desenvolvimento ganharam grande espaço nos projetos de educação infantil. Entretanto, muito se utilizou delas para avaliar habilidades, estabelecer padrões de comportamento e patamares de aprendizagem.
Nosso objetivo neste módulo é oferecer espaço para reflexões que coloquem a teoria do desenvolvimento em diálogo com as intenções educativas, reconhecendo a criança e não os postulados teóricos.

Nosso objetivo neste módulo é oferecer espaço para reflexões que coloquem a teoria do desenvolvimento em diálogo com as intenções educativas, reconhecendo a criança e não os postulados teóricos.


A Organização dos Tempos na Escola Pensando Rotina e Cotidiano

1. O conceito de tempo e a relação com o tempo na contemporaneidade.

Que tempo é esse que estamos vivendo.
Qual é o valor do tempo na experiência humana?

2. O tempo perguntou pro tempo: quanto tempo o tempo tem?

Tempo de ser, tempo de estar, tempo de fazer, tempo de saber.
As muitas dimensões da relação com o tempo nos espaços de educação infantil

3. Organização... Rotina... Cotidiano...

Conceitos que revelam jeitos de pensar e fazer educação com crianças pequenas.

4. Quem é o dono da rotina?

Conceitos de participação, reciprocidade e interdependência na estruturação da rotina. Um olhar sobre os ritmos e ritos infantis na composição da rotina.

5. Rotina pra quê afinal?

Reflexões a respeito da função da rotina e da organização dos tempos na estruturação da vida na escola.